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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

31
Mar17

Então nervosinha porque és tão contra a religião, a católica e tudo que é tão compreensiva e logo agora quase na Páscoa

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Memória. História.

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31
Mar17

Polémica do El corte inglès

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Nada como uma boa polémica de redes sociais. Adoro. Mostra como as redes sociais e a indignação de sofá às vezes resultam. Esta campanha sempre existiu. Desde que abriu corte inglès no Porto que vejo esse cartaz, que abano a cabeça em sinal de desaprovação. Portanto há dez anos, possivelmente, não memorizei a primeira vez que o vi. Calharam em publicar o dito cartaz e caiu tudo em cima. Não concordo minimamente, nem com esses nem com as lojas de animais, que estão ali em montras dias a fio, não acho que faça sentido nenhum. Nunca tive animal de raça, tive três cães e agora tenho uma raçada de pastor alemão novamente. Mas esta é uma polémica alimentada de rede social, se tiver resultados e deixarem de lá vender animais melhor. Mas ainda se vende no olx, em muitos criadores. Eu gosto muito de buldogue franceses, acho-lhes mesmo muita piada, mas era incapaz de promover este negócio. Porque gosta tudo muito de seus cãozinhos mas tudo quer fazer ninhadas o quanto antes para fazer lucro e eu pura e simplesmente não consigo fazer parte disto. 

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30
Mar17

Yo anti vaxxers

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Ou os anti vacina no nosso querido português. Um grande shout-out para vocês, um grande obrigada pela dorzinha no braço. Fui fazer hoje a vacina para a tosse convulsa, devido ao surto em recém-nascidos, em parte causado porque isto das vacinas é uma grande cabala do mundo científico. E a vacina é por gravidez uma vez que se destina a proteger o bebé do nascimento aos dois meses. E lamento, novamente, que hoje estou muito irredutível. Mas se há pouco era uma brincadeira, uma tentativa de humor baseada em sentimentos reais, agora é muito a sério. Se são anti-vacinas e me querem vir falar de autismo, mercúrio, ou natural, ou ainda aquele fan favorite que é Deus, muito sinceramente poupem-se porque ao tocarem nestes argumento não há mais nada que possam dizer que eu não vos ache burros. Desculpem. A sério. Mas é o que é. É ver a mortalidade infantil antes da era da vacinação, é ver os casos de poliomielite, a mortalidade do sarampo e outras que agora são um pequeno incómodo em vez de uma sentença. Não estão lembrados mas as ssoas morriam de febre há pouco mais de 100 anos, febre, nem sequer sabiam a infecção que as afectava, também se morria de diarreia. 

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30
Mar17

E o nome?

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Pois que ainda não tem. Vamos com calma que é uma decisão muito importante e para a vida. Temos que gostar os dois, que também não é fácil. De certeza que quem escolheu as Cátias Vanessas desta vida não pensou duas vezes. Lamento mas odeio esta tendência de aportuguesar nomes, coisas como Ema, Jessica, Jenifer, Noa, Enzos, Yaras, Kiaras e afins. E as micaelas e Michaels, kevim/Kevin. Socorro. Nope. Um grande não para isto. E eu sou pessoa que pensa em inglês, escreve em inglês e cá em casa às vezes fala em inglês. Para isso há nomes que transportam para inglês sem alteração de grafia que são melhor opção. Outro grande não são os nomes mal pronunciados como as Márisas, Sóraias e etc. Outro truque é ver o top do ano anterior e não escolher nenhum desses, se possível. 

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30
Mar17

Viver uma gravidez de risco #3

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Isso agora é que vai ser muito tempo. Vais ler imenso, ver imensas séries, fazer os projectos em falta, dedicar ao blog, relaxar, fazer Yoga, vai dar tempo para tudo. Pois. Só que não. Na verdade, acredito que fazer planos e ser produtivo aconteça quando há um prazo fixado, uma semana ou um mês e não há condicionantes de saúde. O que aconteceu foi que dormi sempre mal, o que obrigava a fazer sestas porque o sono é importante até para o normal desenvolvimento do bebé. Tive sempre metas, nunca tinha passado do primeiro trimestre, logo as primeiras 9 semanas foram uma névoa de preocupação, ansiedade e gestão de sintomas. Fui lendo, pouco, fui vendo séries, poucas, fui postando aqui sobre outras coisas para me distrair, pouco, fui lendo coisas sobre a minha profissão, poucas. Tudo pouco. Li sobre gravidez e sintomas, isso sim, muito. E debatia-me com a inactividade, com a produtividade. Nunca me vi em casa afastada da profissão e dos projectos que tinha e sem liberdade/saúde para sair à vontade desta forma e por tanto tempo.

Estou em casa tenho de ser produtiva com o meu tempo.

Mas...  espera, estou com gravidez de risco não me posso esticar, a ideia é me focar nisto senão o estado não me pagava. Não me posso preocupar. Se estou em casa de repouso a ideia é não me stressar nem me meter a fazer nada. A validação disto foi o que me aconteceu no fim do primeiro trimestre quando me permiti umas horas mais descansada e ia fazer umas compras sozinha que me valeram umas horas na urgência e um susto valente. Muitos foram os dias em que debater-me com dores esquisitas, dores de cabeça persistentes, náuseas e vómitos ocupava-me o dia. Quando há uns tempos me senti melhor, o tempo custou mais a passar, e até me esquecia e lá fazia qualquer coisa simples como arrumar a loiça da maquina, lá vinha uma dor e ficava de cama com consciência pesada e preocupada. Não ia agora deitar tudo a perder, se correu bem foi com repouso, não vou agora estragar tudo: tenho sempre de me lembrar disto. O truque é não deixar que a ilusão de uns dias melhores me levem a arriscar tudo. E pronto, este debate comigo própria, de produtividade só acontecia duas a três vezes por dia, todos os dias nestes últimos 5 meses e pouco. 

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29
Mar17

Gravidez: o que omitem do poster cor de rosa #3

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Ontem fui apanhar sol para a varanda. É um hábito dos dias de sol, às vezes levo um livro, ontem levei só o meu sumo de laranja natural diário. Tudo muito certo, soube-me pela vida. Hora de sair. Oh diabo, já estamos numa fase avançada. O puff está a precisar de enchimento. Desculpas várias. Certo é que parecia uma tartaruga virada ao contrário. Que dificuldade em me levantar! Estava a imaginar ficar ali umas horas à espera que ele chegasse a casa. A sorte é que me consegui aproximar da beira e me ergui com força de braços. Levantar de lugares sentados já conta como o exercício do dia. 

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28
Mar17

Gravidez: o que omitem no poster cor de rosa #2

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Os enjoos matinais, para começo de conversa, matinais uma pinóia. AH, isso é no primeiro trimestre. Huhum. Tive náuseas, e vómitos da semana 6 à semana 24 em 90% dos dias. Uma vez mais, podia ter rentabilizado este dom e ter filmado as cenas do exorcista. O que me enjoou? TU-DO. Acordar, levantar, fome, enfartamento, odores maus, odores de que gostava como o cheirinho de cevada, os leites vegetais (que odisseia essa), tofu (nunca mais na minha vidinha experimento), carne por cozinhar, carne cozinhada, a comida propriamente dita, ou seja olhar para comida, dobrar-me, virar-me, comer uma garfada maior de comida: 1001 razões para vomitar, até sentia o estômago a comprimir para rejeitar a comida. O crescendo era: se calhar comia, tenho fome, estou varada de fome, não posso comer, estou enjoada, VÓMITO, isto no espaço de um minuto. Descobri que comer é um acto social, porque todos os dias sem falha vinha a náusea antes da hora do almoço, mas se por acaso tinha consulta e almoçava fora sentia-me muito bem. E segunda parte disto das náuseas/vómitos, com a progesterona a digestão fica mais lenta, portanto às vezes três a quatro horas depois da refeição, vomitava tudo direitinho, que grande imagem hein? Bom, vomitar era um exercício giro e tal, mas estou grávida, o bebé tem de crescer, por isso lá tinha de me obrigar a comer depois de cada brincadeira. Em nenhuma queima das fitas vi ou fiz semelhante. Esqueci-me da realidade pré gravidez, achei que ficaria assim para sempre, a sério, era demasiado. Até que acalmou, e a semana passada comi e algo não me soube bem, tive medo que algo estivesse estragado e me fizesse mal e tentei vomitar, a complicação que foi conseguir. O poder das hormonas é assustador.  

 

 

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28
Mar17

Viver uma gravidez de risco #2

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O primeiro trimestre foi o período de maior angústia, sem dúvida, não sei como o tempo passou, porque foi completamente tingido a preocupação, evitamos praticamente todas as confraternizações de amigos e família. Os sintomas são mais ou menos esperados, mas muito pouco claros, recorri ao amigo Google, e a uma aplicação de telemóvel que foi uma companhia indispensável, o Nurture. Nesta aplicação temos o desenvolvimento do Feto/embrião a cada dia, os sintomas esperados, a sua explicação e muitos testemunhos de várias mulheres, vamos preenchendo o diário com todos os sintomas que vamos sentindo, e préviamente colocamos a nossa história, o que selecciona histórias parecidas com a nossa, acreditem que ajuda muito, pessoas que passaram pelo mesmo. Quanto aos sintomas foi a melhor coisa, quando tinha um sintoma novo que me assustava, não tardava um/dois dias que a aplicação explicava o que era. Para mim, as dores, eram assustadoras, recolhia sempre em repouso absoluto à mínima dor, porque os dois primeiros abortos começaram com dor. (Ainda hoje o faço, na dúvida, repouso maior.) O útero a crescer, a obstipação, e gases causam o mesmo tipo de dor mas não tinha como distinguir entre as dores. A obstipação é um problema real e recorrente a gravidez toda. As dores nas ancas, que me acordavam, normal também, é o crescimento. As dores nas virilhas, como um relâmpago, isso é que assustou mesmo muito,  não imaginam, lá estava na app, dores nos ligamentos que sustentam o útero à parede abdominal, normal também, consequência do crescimento. As náuseas e vómitos, foram bem marcados. Como da terceira gravidez os sintomas pararam ao mesmo tempo que a evolução da gravidez, celebrámos os vómitos. Sério. É isto. Ficava agoniada, vomitava e depois ficava feliz por ter vomitado. Diariamente. Mandava mensagem para ele, todos os dias, vomitei, reposta dele: Yay. Até sentir o bebé, às 16 semanas, era este o meu barómetro de estar tudo bem, muito falível, eu sei, mas era um óptimo placebo. Até que os vómitos começaram a ficar muito agrestes e ficava com medo de estar a fazer demasiada força ou algo no género. 

 

O nosso relacionamento não sofreu com a gravidez de risco, fortaleceu-se (ainda) mais. Eu não posso fazer esforços, portanto é ele que faz praticamente tudo em casa, até a companhia que lhe fazia durante a elaboração do jantar sofreu, as náuseas que sofri impediam completamente cheirar carne e peixe por cozinhar. O que valorizo é a atitude dele, o carinho, porque sacrifícios estamos a fazer os dois, para mim o normal num relacionamento é isto. Quem diria que não poder aspirar quando me apetece me iria custar. Escolhi-o por ele ser assim, não há ajudas, há uma casa para cuidar e somos dois que o fazemos de igual modo porque ambos temos empregos a tempo inteiro. Cada relacionamento funciona à sua maneira, há muitas formas de resultar, mas para mim era impensável uma relacionamento em que eu tratava de tudo da casa e o que ele decidisse fazer era uma "ajuda" e eu ficaria agradecida, ou até tinha muita sorte. Ele anda sobrecarregado, sem dúvida, mas eu também, eu não posso trabalhar nem sair, passo o dia sozinha, ainda que fale com amigos, mas não é o mesmo que sair para trabalhar todos os dias, não posso beber/comer o que me apetece, depois do episódio da urgência até para tomar banho tinha de esperar que ele chegasse a casa. 

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27
Mar17

Das coisas inúteis

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A que mais me chateia é a mudança de hora. Não gosto, não lhe vejo utilidade, e desorienta-me os fusíveis. Eu sei que estou em casa, mas já me é difícil ter noção de dias de semana e horas, se me dão uma, ou mesmo e roubam uma lá.se vai a pouca estruturação dos dias. Uma mudança de hora já mudança de estação é muita mudança de uma vez só. 

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27
Mar17

Mão cheia de nada

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Esta nova proposta de reforma antecipada não foi bem explicada mas é maquilhagem, entretenimento. Para pessoas com carreira contributiva longa. 48 anos de descontos, façamos as contas, só era legal começar a descontar com 14, portanto é para pessoas com 62 anos ou mais, pessoas essas que  se podiam reformar com 60 anos de idade e 40 de descontos. Cai a penalização de 13% mais 0,5%, mas os 0,5% vão ser ajustados. Política é isto, muita palavra, perda de tempo e sem medidas efectivas.

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