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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

20
Out17

Apresento-vos o meu filho

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Há umas semanas a rir porque o estou a encher de beijos. Se isto não é a melhor coisa do mundo, não sei o que é. 

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16
Out17

a minha experiência com a amamentação

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Começou na primeira meia hora de vida dele, foi um momento lindo. Pegou muito bem, esteve imenso tempo a mamar. Durante a estadia na maternidade foi muito simples, muito fácil, não tenho queixas. Na primeira noite bolçou bastante e deu um pequeno susto, estava com muitas secreções e teve de ser aspirado, e depois do primeiro cocó de mecónio lá passou.

Usei logo as conchas de amamentação da avent, constava da lista da maternidade para a sala de parto. 

 

Viemos para casa. Teve uma primeira manhã com muito choro, e com o coto umbilical ligeiramente vermelho, nem pensamos duas vezes: urgência. Não estava infectado ainda, mas redobramos cuidados, e eram cólicas. Fomos a consulta de amamentação e a pega era quase perfeita mas podia melhorar posição, porque ainda tinha pouca força e a mama é pesada. 

Em casa usei sempre as conchas, e colocava leite meu antes e depois de ele mamar, deixando sempre que possível os mamilos secar ao ar. 

 

Não tenho histórias de horror para vos contar. Como uma senhora de 70 que se meteu na minha conversa com a enfermeira do curso de preparação e me contou sem lhe perguntar no elevador: que amamentou os cinco filhos com os mamilos gretados e em sangue. Não tive problemas, nem sequer na descida do leite, nem dei por ela da mudança de colostro para o leite. Tive duas vezes dor no fim do primeiro mês por dois segundinhos, pareciam facas e comentei logo com ele que se fosse assim sempre era tortura. Tive uns pequenos nódulos, mas ele ajudava-me a massajar enquanto o bebé mamava e desapareciam logo. Desde então tive por duas vezes na mesma mama nódulos grandes e dolorosos, só ao fim de um dia com calor, duches e massagem desapareceram. 

 

Ainda assim tive as mesmas dúvidas de muita gente. Será suficiente, quanto come. Quando colocadas estas dúvidas a enfermeira do curso seguiu a mesma cartilha de agora: não há problemas, toda a gente tem leite, é da nossa cabeça. Não gosto de abordagens fundamentalistas, têm de esclarecer as pessoas e não tratá-las como crianças, porque depois as pessoas vão para a net e cometem erros. Amamentem até aos seis meses? como operacionaliza? não explicam. Ao explorar a app que vos falei aqui, se calhar teria optado por extrair o leite e metade das vezes dar com biberão.  

 

Ele nunca aumentou muito de peso, nasceu com um peso bom e perdeu o máximo na maternidade, mas sempre mamou bem. Claro que adormecia imenso, como todos os recém-nascidos. Começou a conversa do suplemento. E o que isso me irritava. Isso e os mitos, do leite fraco e aguado. Santa paciência. É pegar nas inseguranças de todas as mães e as torturar com elas, magnificadas por mitos parvos. 

 

Seguiram-se dois erros que ainda lamento. 

 

Pesar o bebé mais que uma vez por semana, e até semanalmente é demais. Nada disto foi o que aconteceu no centro de saúde e na pediatra, fui lá pesar imensas vezes. Quando a médica de família que é excepcional viu que estava a aumentar o mínimo por dia até queria mandá-lo para pediatria, só que já estava a ser seguido no privado. 

Em recente entrevista Ana Jorge, antiga ministra da saúde afirmou-o e entretanto outra médica me assegurou, não se pesa bebés alimentados a leite materno tantas vezes. Essa médica depois de ver a mamada e o que extraí depois de mamar, aliado à minha queixa de que para ele beber 30 mL de suplemento só muito depois de mamar e a custo: ele está a proteger-se do leite artificial, tem leite e muito, os bebés não são relógios suiços, não aumentam certinho, ele tem aumentado mais do que o indicado mensalmente, é comprido e saudável, pode esquecer o suplemento. 

 

Como ele adormecia, comecei a extrair leite com bomba. Assim quantificava o que bebia e me certificava que bebia tudo pelo menos uma vez por dia. Em conversa na consulta a pediatra desaconselhou muito isto, que fazia mal, e que ficaria com confusão de tetina e podia rejeitar a mama. Não fazer mais isso e dar de mamar de duas em duas horas. Seguiram-se as semanas mais cansativas, não fazia literalmente mais nada, nem dormir mais que uma hora seguida, e sem a app era impossível. Os meus ombros e coluna estavam num oito, ele fazia massagem enquanto amamentava. O que acontecia era ele até nem mamar com tanta vontade porque não tinha muita fome, e o sono ficou mais curto a partir dessa altura, tinha de o acordar de noite e de dia. Continuava um aumento tímido de peso, apenas enorme nos três primeiros dias de suplemento (mas só a leite materno uma vez teve um aumento de 50 gr)  introduzimos suplemento. Custou-me horrores, senti-me inútil, fraca, insuficiente para o meu filho, sei que não devia, mas tudo isto e mais o que me senti. 

 

Cá em casa, com visitas, ouvia do quarto, há leites fracos, para ver não sei o quê e mais não sei o quê, e que nas aldeias até havia mulheres que davam leite a quem tinha mais aguado, e outras barbaridades que tal. A minha cara disse-lhe tudo, só disse: dentro de minha casa não, voou para a sala e silenciou a conversa, deve ter explicado bem porque nunca mais disseram nada do género à nossa frente. 

 

O suplemento acabou por lhe dar apetite para a mama, começou a mamar com mais vontade a mama depois da introdução do suplemento, há mais de um mês que dou no máximo duas vezes por dia por descargo de consciência. Não vai ser um bebé que engorde muito em geral, é muito activo e deve sair a mim que era um castigo para engordar, passei um ano sem engordar um grama. 

 

Se não fosse mãe de primeira viagem, e soubesse o que sei hoje, tinha confiado nos meus instintos: continuar a extrair, amamentar não de 2/2, mas um bocadinho mais como estava a fazer e continuar a dar o biberão e nada disto se tinha passado. Ele estava a crescer mais que 1 cm por semana, muito xixi, muito cocó, que tonta, se o meu leite o alimentava para crescer tanto é porque era dele. No nosso país adora-se bebés gordos, não faltam pessoas, como casos que sei, que dão suplemento e outras coisas que não deve para terem bebés gordos. Deve ser bom ter um bebé gordo, é menos uma preocupação, mas esta obsessão doentia pelas x grama por dia cria uma ansiedade brutal para os pais. 

 

Quanto à amamentação, seria muito mais fã e seria muito mais especial se fossem só aí umas três vezes por dia, em média dou 8.3 vezes por dia. É cansativo, especialmente com uma lagartixa como o meu filho que conversa, olha para tudo, mexe, brinca com a língua, ri, dá gritinhos e se esperneia metade das vezes, ocupa muito tempo e exige presença da mãe sempre. 

 

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12
Out17

Mais que tudo

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A expressão que ganhou novo significado com a chegada do meu filho. Com ele sou mais amorosa, mais atenta, mais forte, mais resiliente,  mais carinhosa, mais ponderada, mais paciente, mais calma, mais ponderada, mais responsável, mais protectora, mais bem disposta, mais sorridente, mais palhacita, mais feliz. Com e por ele tento ser melhor. 

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03
Out17

A mala das fraldas

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Tive bastante sorte e ambas as malas que tenho foram oferecidas. A que foi comigo para a maternidade e nos primeiros tempos foi a da bioderma. Entretanto oferecem-me outra maior e com mais compartimentos e dá mesmo muito jeito. 

Tento não levar meio mundo comigo, e fui pesquisar para o pinterest a composição mais jeitosa.

  • Documentos (da bioderma também oferecido);
  • Toalhitas waterwipes;
  • Fraldas de pano;
  • Fraldas, uma boa meia dúzia; 
  • Trocador: esta mala nova tem trocador embutido, óptimo, até podem abrir a mala nos fechos (como está na imagem) e depois estender o trocador e fica ali tudo à mão. Já tinha comprado um trocador da tuc tuc e usando a outra mala dá jeito porque tem bolsos para fralda e toalha. Às vezes levo uns resguardos que se sujar é só deitar fora e não é tão frio para as costas dele. 
  • Compressas TNT estéreis e soro em unidose (o pequeno saiu literalmente remeloso e cada vez que dormia ficava com remela);
  • Água micelar (vinha com a mala da bioderma);
  • Babetes (não bolça muito, mas parece que as coisas só acontecem quando saímos, a primeirs vez que bolçou a sério estávamos num evento);
  • Chupeta e corrente (odeia, estamos sempre a tentar e às vezes para o acalmar lá resulta por segundos; levamos o aero-om para mega sos aconselhado pela pediatra que ajuda nas cólicas - tem dose máxima, 5 vezes/dia);
  • Manta;
  • Três mudas de roupa separadas por sacos prontos a usar (tenho de pano e em saco transparente: dá mais jeito o transparente para saber o que lá está); 
  • Saco extra com meias e casaco;
  • Sacos de congelação (se deram jeito para a maternidade agora são indispensáveis, noutro evento e com fatinho lindo pequena criatura acho por bem fazer um cocó explosivo e ter duas roupas no evento, uma chiqueza; a roupa com cocó fica dentro da saca de congelação e não suja nada na mala e não deita cheiro porque é estanque; trocam uma fralda num sítio inóspito ou no carro: fralda suja na saca de congelação)
  • Uma t-shirt extra para mim e outra para ele;
  • Barras de cereais;
  • Água;

Esta nova mala tem compartimentos dentro para biberões ou para água, óptimos para as coisas ficarem no sítio e visíveis, e extra térmica e amovível para biberão, bem como para telemóvel e para a papa; tem mosquetões nesses acessórios e nas alças, tem ainda mais dois compartimentos de fácil acesso com a mala fechada.  

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28
Set17

A melhor compra

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O melhor investimento que fizemos foi a escolha da cadeira e ovo no Espaço Mamãs. O design é muito bonito e é o sistema mais prático do mercado. O ovo transforma-se em alcofa, o que poupa um acessório enorme. Uma visita mais longa, um passeio mais comprido? Não há problema, é só esticar o ovo e o bebé já fica confortável e na posição correcta, só deve estar no ovo no máximo duas horas.

 

 

 

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27
Set17

3 meses de nós

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Comecemos pelo cliché, que é tão verdadeiro: para onde foi o tempo? Ainda ontem saímos da maternidade, era um ratinho pequenino e agora já me pesa nos braços. Espero não me tornar naquelas mães que só falam por intermédio de clichés. 

O primeiro trimestre dele, muito chamado de o quarto trimestre de gravidez, em que não deve haver preocupações com colo ou rotinas, o bebé precisa da disponibilidade dos pais, está a habituar-se lentamente à vida fora do útero. 

Passou num fósforo. O primeiro mês passou literalmente a voar. Demorei a interiorizar que sou mãe, é um papel que adoro. A nossa benção tornou medos em felicidade, descoberta em rotina, e trouxe uma dimensão especial à nossa vida. A nossa vida revolve à sua volta, e tem tanto de cansativo como de emocionante e extraordinário. Cada pequena aprendizagem dele nos enche de orgulho.

É a primeira parte do meu dia, a mais importante. A dificuldade das noites esfuma-se quando ele acorda meio a choramingar e mal lhe digo olá e bom dia se ri com vontade, dá um gritinhos amorosos, como se tivesse tido saudade durante a noite. Ficamos sempre ali meia hora, comigo a enche-lo de beijos e com ele a abrir a boquinha a rir e a palrar. Um dos dias mal acordou disse olá. Verdade, dobrou a língua, só fez olá mais duas ou três vezes mas uma está gravada em vídeo para não me chamarem maluquinha. 

O primeiro sorriso. A nossa luta com as cólicas: shantala, biberão dr browns, massagem e joelho ao cotovelo contrário foram as nossas estratégias. As primeiras gargalhadas e as nossas conversas. Como diz a minha mãe, conhece bem os pais, inclina-se para nós e ri-se quando nos reconhece doutro colo. 

 

É um bebé que gosta de companhia, gosta que falem para ele. Já passou por imensas fases. A primeira fase era gostar de andar de carro e no carrinho, quando estávamos mais cansados íamos passear com ele, dormia o tempo todo. Almoçámos muito fora, mas foi redefinido o almoço fora, super rápido connosco a aspirar a comida. Começou a dar sinal do primeiro para o segundo mês que já não achava piada ao carrinho; no carro às vezes adormecia, mas um semáforo era suficiente para o acordar. Do segundo para o terceiro mês é um suplício andar de carro; sozinho é saber que chora quase o caminho todo, tem de estar um de nós a falar ou cantar para ele, a bater palmas. Também deixou de ser fã do ovo, chora para sair, mal sai fica tranquilo, gosta de olhar para o ambiente e pessoas, fica super atento de pescoço espetadinho há semanas. 

Ainda tem dias muito diferentes uns dos outros e o que resulta hoje e amanhã pode não resultar mais. Como o swaddle, tenho que voltar a experimentar, o sling que comprei e ele só lá ficou uns minutos duas vezes. Comprei um colchão da Ecus para evitar a plagiocefalia que não gostou, mesmo de noite o sono só durava uma hora. Não foi desperdício, está na alcofa onde brinca e fala com os bonecos há um mês.

Já me abraçou. Ok, é um salto, um exagero, mas defendo isto até à morte. Coloca os bracinhos nos meus ombros ou pescoço, com a cara encostada à minha e eu fico ali babada a sorver o momento como se fosse um abraço. Já se agarra à minha cara e deixo-o conhecer-me; já percebeu que os óculos são uma parte amovível da minha cara. Às vezes no suplemento fica com uma mãozinha na minha cara. Faz umas caras muito cómicas a brincar com a língua, parece que está a tirar comida dos dentes e faz estalidos, de rir. Também se agarra ao meu cabelo, arranca e fica a olhar para o que tem na mão. Anda a experimentar com a voz, gritinhos, antes de chorar reclama primeiro. Com as chupetas ainda tem dificuldade, ainda puxa vómito de vez em quando, mas anteontem e ontem adormeceu de chupeta porque anda numa fase de mamar, já fez um chupão ao pai e me fez um hematoma no mamilo. 

Já se ri à gargalhada, já sabia o que era brincadeira com o comer dos pezinhos, e agora ri-se com muito som. Sabe o que é brincadeira, ri muito se danço ou salto, prefiro pensar que está a rir comigo e não de mim

Os sonos: ainda tenho dificuldade que fique deitado no berço, de dia parece que tem picos, sonos de meia hora se tanto. Já brinca no ginásio e agarra os bonecos suspensos. 

Oscilo entre querer duas horinhas para mim, ou para nós e a dificuldade em o deixar com alguém, não conseguimos, só mesmo vinte minutos para ir à fruta aqui em frente. 

Já só tenho um mês completo de outubro com ele e já sinto o coração apertado. Quero tê-lo só para mim pequenino e ao mesmo tempo gostava de o ver a falar ou gatinhar. 

 

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26
Set17

Expectativas irreais sobre bebés

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Tenho lido muitos grupos sobre bebés e sono. Uma mãe a perguntar o que fazer porque o filho tinha 15 dias e acordava de duas em duas horas para mamar. Quinze dias. O bebé ainda nem sabe que está fora da mãe.  E perguntas iguais para 1 mês ou 2. Que ideia de maternidade lhes venderam? Queriam que o bebé já viesse a fazer três refeições por dia como os adultos? Queriam mesmo um bebé ou gostavam da ideia de ter um bebé? Se calhar não queriam um recém nascido, queriam um adolescente em corpo de bebé.

Sempre que se fala de sono de bebés há sempre aquele caso do bebé da amiga que dormia noites inteiras desde que nasceu, e toda a gente quer um assim. Muito bonito mas perigoso, bebés recém nascidos não têm bom controlo glicémico, o ele acorda se tiver fome não é bem verdade, pode ficar hipoglicémico e sem capacidade de acordar.

Certo que toda a gente sabe que vai dormir pouco mas nunca se está verdadeiramente preparado para dormir assim, até aí tudo bem. É difícil viver com sono partido, mas não é nenhum drama franciscano, quando ele de facto dá uma noite mais chata, ou decide que não quer adormecer, aí sim, são uma dores de cabeça jeitosas e umas olheiras até ao umbigo. Queriam um bebé com uma semana que fosse preparar o biberão sozinho, bebesse e arrotasse sozinho?

 

Esta sociedade quer programar bebés como se fossem robots de cozinha. O bebé só está a ser bebé, tem ciclos de sono curtos, em geral uma a duas horas e não tem capacidade para adormecer ou se confortar sozinho.

O meu filho dormiu quatro horas seguidas meia dúzia de vezes desde que nasceu. O mais comum é dormir duas horas seguidas. A partir das 6 da manhã até só dorme uma hora de cada vez a não ser que esteja no colo. Se eu era uma pessoa mais feliz se ele dormisse mais horas, tipo quatro, se só amamentasse duas vezes por noite? Pois com certeza. Mas ele não é um bebé de catálogo, nem eu sou uma mãe de catálogo. Não se pode ter tudo. Ele é super desperto, interactivo e falador desde cedo, o que resulta que não é um bebé dorminhoco, ou que durma muitas horas seguidas. Já tive tanta sorte, sou tão abençoada com ele que não peço mais nada. Ou melhor, (minto, na verdade pedia uma noite de 4/5 horas uma vez por semana e sem o sono de uma hora só). Claro que me vai ser mais difícil quando for trabalhar, mas para já não é tudo rosas nas noites, mas aguenta-se bem.  

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25
Set17

Privação de sono

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Estamos os dois no supermercado. Eu estou a embalar o carrinho, ele... Ele está a embalar o carrinho... de supermercado.

Na sua variante. Ele está a embalar o bebé. Eu estou a falar com ele... a abanar-me também. 

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23
Set17

O biberão anti cólicas

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Uma das coisas que me esqueci de referir no post das cólicas foi a descoberta deste tipo de biberões. Comprei um biberão dr. Brown's e é o preferido dele, não só pela redução do ar como pelo formato da tetina, não colapsa quando está a mamar, como os restantes. Tem um sistema que reduz o ar que os bebés ingerem ao mamar, aquilo verde que podem ver na imagem. Resulta mesmo, até pelo som conseguem perceber que está a ingerir menos ar. Outras marcas oferecem este sistema como janè e tommee tippee.

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22
Set17

Privação de sono

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A meio da noite ele acorda. Eu tinha acabado de amamentar e estava com ele no colo, os bebés demoram vinte minutos a entrar em sono profundo e como estava agitado tinha mesmo de esperar até o pousar no berço. Ele acorda e diz-me:

- qual queres?

- hã?

- qual queres?

- Estás maluco de sono

- qual queres de almofada?

E levanta-se para me oferecer a almofada que tem debaixo da cabeça.

- eu já estou encostada, essa é tua, dorme.

Aterrou em segundos.

 

Explicando. Ele às vezes coloca-me uma almofada enquanto amamento para esperar os tais vinte minutos para o sono profundo. Maluquinho de sono mas com o subconsciente sempre preocupado connosco. Oferece sempre que acorda para ficar com ele, ou tentar adormecer em vez de mamar. Normalmente troca-lhe uma fralda enquanto vou beber água. Acabou por ser uma noite chata, com ele a mamar de duas em duas horas, acordei quatro vezes, quando ia adormecer mais uma vez, fez cocó, o que implica uma troca de fralda mais elaborada e despertou completamente. Dia duro, o de hoje. 

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