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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

16
Nov18

Estupefacta

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acabou de acontecer agora mesmo. Baby tv: a pequena Lola que ele adora.  No espantalho. 

Uma pomba. 

duas pombas. 

 

E ele diz: três pombas! Impressionante! Não só sabe a sequência do três como fez frase e sequência! Estou parva para a minha vida. Nem sequer fazia parte do desenho animado, eram mesmo só duas pombas. 

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16
Nov18

Coisas de quem tem um bebé p3

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ainda no último post me queixei que quando ele comia mal ficava exausta, aliás criei uma ansiedade com a hora da comida e fugia de lhe dar de comer . Atenção eu percebo que há variações de apetite e dá para perceber quando não gosta de alguma sopa, e quando come pelo menos 180 ml de sopa, relaxo. Ele mama, pelo que me associa a mama e comigo abusa sempre mais na hora de comer porque a mama é sempre uma opção. Depois vêm dentes e o apetite resvala sempre . Dizia eu. Queixei-me porque há dois domingos fomos ao desespero com as refeições, só queria pão. Saiu mais um molar. Estamos no dia 12 em que comer é um gosto, dou-lhe a comida sem ansiedade, sem drama e seguidinho. Pede arroz, come imenso do segundo prato. Na semana passada todos os dias sem excepção adormeceu as 23 horas e acordou um sem fim de vezes. Esta semana já conseguimos mais perto das 22 e acorda muitas mas menos vezes. Ontem já o vi mais vezes de dedinho na boca a coçar, não quero azarar mas quero ver se me mentalizo a não stressar com a possível variação de apetite. 

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15
Nov18

Vou desabafar já antes do Natal

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ja vos disse aqui. Não gosto de árvores de natal brancas, nem roxas, nem douradas, nem cinzentas. Tenho uma incapacidade qualquer. Só gosto de árvores de natal verdes. 

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06
Nov18

Tínho mamã

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Não sei se estão fartinhos dos meus posts sobre o pequeno infante, se já vomitam historietas mas o que é facto é que eu preciso de escrever para registar. 

 

Ele fala pelos 7 cotovelos. Repete tudo à primeira, de uma forma impressionante. Estamos até numa fase que nem sabemos como aprende as coisas. 

 

Acabo por achar mais piada às palavras que diz de forma incorreta porque são tão poucas como Malala para bolacha e bilo para livro e muitas vezes miminha para maminha. Ele até diz persiana! Anda muito atento à baby tv, responde aos bonecos, conhece-os a todos e aprende palavras como circo, potro, palha. 

 

Pelos mesmos dias o meu sogro espirra, e o pequeno muito prontamente: viva! 

Eu tusso em casa e ele: tinho mamã (de santinho)

ontem espirrou e o pai não disse nada pelo que assumiu ele a iniciativa e disse: viva. Muito despachado. 

 

ele há bebés que gostam de comer (oh que descanso deve ser), que gostam de dormir (pagava bom dinheiro por isso). O meu gosta de falar. E de correr. E não me queixo, agora não minto que sonho com ele comer sempre bem e me dar uma noite boa por semana. 

 

Vim editar o post porque a memória anda pelas ruas da amargura e para não criar com o mesmo tópico outro post. 

Outra palavra que adoro é o tene que é dente e o Telinho para leitinho. Ele tem aprendido muitos conceitos. Começou há cerca de mês e meio com outra. Estava a mamar e pedia Ota mama. Quando pedia bolachas queria uma para cada mão, Ota Malala. Depois aprendeu o mais, acordou na semana passada a pedir mais go, ou seja mais arroz, nesse mesmo dia adormeceu a pedir mais go. Entretanto aprendeu acabou. Quando acabam os bonecos diz acabou, apaguei a luz da sala e ele disse: acabou a lule. Já sabia o não ha, ha muito tempo. Tem feito pequenas frases sozinho, estava a brincar com cápsulas de café a passar de um sítio para o outro, quando acabaram diz: não há mais cape! Disse a minha mãe apanha bola vovó. Diz me muitas vezes anda rua mamã. No domingo virou o prato como de costume e diz: muito gô. Pede água e diz abinha boa, quando o embrulho depois do banho diz: que bom e é só a coisa mais fofa do mundo. 

 

Como qualquer menino da mesma idada adora brincadeira e pede. Diz cucu e pede para brincar, adora o panhate que é como quem diz apanhei- te, desafia e fica a correr imenso tempo a fugir de nós e a apanhar. 

 

Fez a coisa mais eengraçada: estava a atirar arroz para o chão e ralhámos, continuou, ralhámos mais, pega no prato dele, tapa a cara e continua a atirar arroz, ahahahah. Ele faz muito cucu com o prato, então na ideia dele ninguém conseguia ver quem estava a atirar arroz para o chão! 

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02
Nov18

Só demorou 5 anos, mas comprei casa

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Verdade. 5 longos anos. Não foram passados em busca activa e permanente, mas vi dezenas, largas dezenas de casas com intuito de comprar. 

É uma decisão pesada e não me deixei levar por irracionalidades ou por pressa, ou por quase todos os meus amigos já o terem feito. Mas tínhamos as nossas prioridades bem definidas e não nos deixámos desviar por muito difícil que tenha sido. Fomos vendo e fazemos simulações, pelo que tenho a certeza de ter feito bom negócio na casa e no crédito. 

Neste momento podia ser agente imobiliária, mas na boa. Conheço todos os preços, e imensos imóveis, todos os apartamentos novos. Contarei alguns episódios brevemente. 

 

A vida é uma catita: contei-vos aqui que a casa de sonho era de um só piso, pois bem, comprei uma casa com 4 pisos...

O plano inicial era um apartamento novo porque não queria entrar em renovações, mas tudo o que levava a palavra novo ascendia a preços ridículos, e quando digo ridículos é 230 mil euros por um t3 de 100 metros quadrados. Ou apartamentos com 17 anos, em rés-dochão que precisam dumas actualizações a 195 mil em frente à auto estrada. Acreditem, vi tudo e sei tudo. Fui vendo a subir, aliás vi mesmo em primeira mão, contarei depois o caso mais chocante. Estamos bem a meio de uma bolha imobiliária, a bolha já saiu da zona histórica do Porto e chegou às cidades todas à volta; e os bancos vão começar agora a dificultar o crédito, por isso encontrado o imóvel certo era comprar agora ou esperar mais 5 anos. 

 

Quando se está à procura de casa chega-se à conclusão que a casa perfeita existe mas provavelmente não no nosso orçamento. Cada um tem as suas prioridades e escolhe-se a casa que atende às mais importantes.

 

Conseguimos o que queríamos, na zona em que queríamos, no preço que definimos. Para nós é importante a localização, nascemos e crescemos os dois no Porto: ele na Boavista, eu na Rua de Santa Catarina, pelo que não queríamos ir para a periferia, ou para outra cidade, já abrimos mão do Porto. Já vos disse por aqui que gastar tempo e dinheiro em trânsito não é para mim, perde-se qualidade de vida, torra-se paciência e gasolina. Ambos queríamos espaço e arrumação, conseguimos uma garagem (muito mais do que queríamos até, dá para 4 carros), conseguimos lavandaria enorme e uma despensa. Sala grande, cozinha gigante, boa exposição solar e luz directa em todas as casas de banho, sotão de bónus, mega bónus: closet. O que nos vendeu a casa foi o espaço interior, estar mais de metade renovada (as partes mais importantes e passíveis de esconder desilusões caras) e o espaço exterior. (vou ser sincera, o closet maior que o quarto foi um dos pormenores que caiu muito bem) Em boa verdade a casa estava habitável como estava, mas foi a nossa oportunidade de fazer a nossa casa de banho, e quanto a obras o melhor é antes de habitar pelo que aproveitámos para actualizar o piso dos quartos e colocar janelas de PVC na casa que melhoram a eficiência energética.  

 

Basicamente eu estive num daqueles programas dos irmãos gémeos (o empreiteiro e o imobiliário) só que durou 5 anos até aceder a comprar e fazer algumas obras. Fugi de obras o quanto pude, mas não pude evitar completamente, pelo menos não comprei uma casa antiga e nem sequer é da mesma década do que eu. A verdade é que comprando apartamento não queria senão novo a estrear com acabamentos de luxo, mas os preços andam ridículos e há pouquíssima oferta, áreas pequenas e falta garagem fechada ou arrumos, e isso não era opção. Lá fiz umas obras pequenas mas que deram dores de cabeça de sobra. 

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31
Out18

Devagar, devagarinho a coisa vai-se compondo

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31
Out18

Cansaço

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eu estava cansada em junho. Agora nem sequer tenho definição para o que estou. Mas sei que não sei parar e não paro até ter tudo completo, limpo, lavado e arrumado.

estava cansada quando ele foi para fora em junho e eu fiquei sozinha com o pequeno e fiz segunda visita à casa, procurei uma opinião profissional e dei sinal. Depois o bebé esteve doente, tivemos de tratar do processo de compra, fomos de “ferias”, e durante as mesmas mais complicações à distância, um internamento de familiar, depois eu sozinha com o pequeno e ele a trabalhar, a escritura, o início das obras, uma pequena cirurgia, um falecimento de familiar, as mudanças. Quando achei que já não aguentava mais lá vinha mais qualquer coisa para tratar. Já ultrapassei tantos tectos de cansaço que o meu pé direito já deve ser um arranha céus. 

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29
Out18

E então obras E mudanças? E um bebé?

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Só estou de pé por hábito. Talvez nem sequer saiba me atirar para a cama ou sofá. Consegui dar um mês para obras e mudar-me sem uma única obra completamente concluída. Não me lixem, conseguir que cumpram prazos e façam tudinho é que é grande filme. fala-se da função pública mas esses picam o ponto e a grande maioria tem trabalho fixo diário, não se pode ir embora com as coisas a meio. 

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26
Out18

Fazer mudanças

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e ter um bebé pequeno. Foi uma belíssima ideia. Esta no nosso top mesmo. Está a ser um estouro. Para as minhas costas, para as minhas alergias, para a minha alma, para o meu estômago,para a conta bancária, para a paciência, ... 

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18
Out18

Até vos digo mais, nisto do beijinho obrigatório

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o adulto não sabe lidar com a frustração de não receber o tipo de cumprimento que quer, que está habituado, o que quer que seja que meteu na cabeça. Mas a criança tem que ultrapassar a fase em que está, o medo, a ansiedade que tem? O que está mal neste cenário? O adulto não saberá racionalizar que a criança precisa do seu tempo para se habituar, que é próprio, que não é nenhum ataque pessoal, mesmo avós sabem perfeitamente que a afeição não está em causa, que cada criança tem a seu timing, por favor. 

 

 

 

Não estamos a falar de crianças de 10 anos com maior noção de socialização e outra maturidade. estamos a falar de 2/3/4/5 anos. 

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