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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

18
Set15

Das declarações no facebook

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A crianças que não sabem ler, parentes falecidos, parentes sem faceboook, aos vossos namorados/ maridos. É estúpido, não façam isso. 

É só.

Saudações cordiais. 

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16
Set15

liberdades

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Gostava de saber quantos serão, ainda, Charlies.

Ou se já há limites. Aguardo, ansiosa. 

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15
Set15

Faço tudo em cima da hora

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Jantar de natal lá em casa logo? Quem leva as bebidas?

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15
Set15

A conversa de grupo

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Seja no whatsapp ou no facebook as conversas de grupo confundem-me. 

O que fazer quando se recebe 70 ou 90 mensagens? Às vezes isto acontece em 10 minutos...

É suposto eu ler e dar feedback a tudo o que já foi escrito? Fica um pouco esquisito. E já não é a mesma coisa para quem lê, que vai ter de se repetir nos ohh e ahh. Depois, há sempre uma pessoa do grupo que lê tudo, em tempo real e não responde a nada fingindo-se ocupada. Hello? Há o visto por, que vos denuncia. Mas por quem sois, continuai a fazer dos outros burros. 

Por fim, outro fenómeno me aflige. Uma conversa com 6, 10 pessoas, whatever e vai la alguém:

- olá, tudo bem com todos?

- x, está tudo bem? Aquilo está melhor? 

Ao que x responde

- sim, acabou por correr, e olha tu sempre fizeste y? 

E seguem-se 200 mensagens entre duas pessoas num grupo com 10.

 

Existe uma coisa nova, catita que só ela, mensagens privadas apenas com dois intervenientes. 

 

 

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15
Set15

Belo dia

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Para ir aos passadiços do Paiva com o cabelo esticadinho. 

ou se calhar para ficar na cama a ouvir a chuva e o vento. 

 

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14
Set15

Vamos lá falar de coisas sérias #7

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Ou o fenómeno de gravar concertos e fotografar fogos de artifício. 

Na última festa de santos populares que fui, a senhora que estava à minha frente, passou 15 minutos a tirar foto, ver a foto, tirar foto, ver a foto. Forças sobre-humanas. Foi isto que descobri sobre mim, tive força para me segurar, porque o que me apetecia era esbofeteá-la e dizer-lhe para aproveitar o momento. Nenhuma foto com um telemóvel ranhoso vai fazer jus ao fogo de artifício, é que nem sequer era uma máquina. Tirou mais de 100 fotos, quem é que tem tempo para ver aquilo?! Quando se reformar vai encontrar fotos tremidas de um fogo de artifício com 30 anos...

E os concertos, lá estão eles, estóicos, de braço esticado, para captar um momento lindo. Primeiro, ninguém vê aquilo nunca mais. Segundo, quando de facto vir, vai descobrir um som manhoso, 90% gritos e ruídos de quem está à volta, uma imagem tremida com o foco na cabeça das pessoas da frente. 

 

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14
Set15

...

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Para um fim de semana de novembro o tempo esteve muito agradável. 

 

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12
Set15

Oi?

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A senhora que falava em ar carregado para a idade e trajes reveladores da filha do Mourinho apresenta-se com decote e perna à mostra e 5 demão de maquilhagem?

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12
Set15

Ahhh o facebook

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Ou, no fundo, as pessoas. 

Tenho no meu feed, por pouco mais tempo, é certo, porque vou deixar de seguir, a pessoa típica. Primeiro o choque e a solidariedade com a criança que perdeu a vida. O grito, as crianças. Faz-me lembrar nos simpsons quando há um qualquer debate sem sentido, alguém grita, fora de contexto, would anyone think about the children?! Depois, a partilha da repulsa pelos refugiados, chegando a convidar-me para a manifestação contra a sua vinda. ??? A publicação de ontem era sobre os mitos e falsas histórias sobre os refugiados! A sério? Mas  ela sequer reflecte no ridículo?! 

Este é o comportamento de 80% do facebook. Agora a onda é a partilha dos mitos, e a realização de que se exagerou na catalogação de todos os refugiados como terroristas. Agora atira-se racista e xenófobo. Em oito dias passamos do 8 ao 80 três vezes. 

Medo, muito medo. Não consegue formar uma opinião. Lê, faz o mínimo de sentido, concorda e partilha. Amanhã lê o contrário, com o mínimo de sentido e partilha. Anda nisto uma vida. 

Será que não há julgamento crítico? Não se lê qualquer coisa e se come. Por favor, construam uma opinião, nem tudo o que se lê na internet é verdadeiro, leiam duas ou três coisas. Andam apenas ao sabor do vento. 

A rapidez da internet tolda-nos o julgamento. Partilhar sem ler. Ler apenas títulos.

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10
Set15

Ainda do mundo

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Quando tiver mais tempo vou fazer uma tese sobre o facebook. 

Depois da partilha incessante da foto do menino, com o pessoal a competir a ver quem tinha mais empatia e solidariedade e quem tinha mais pena da situação, agora temos o fenómeno oposto, ninguém quer cá os refugiados. Já vai haver manifestação e tudo.

Não há pachorra para o sensacionalismo.

Vamos por partes. O menino gerou muita empatia, por ser da cor que era e por estar vestido, e assim todas as mães conseguiram estabelecer um paralelo com os seus filhos. Depois, a sua família já estava em segurança. Estavam na Turquia e por alguma razão escolheram deixar a paz e a segurança, arriscando tudo. Correu expectavelmente mal. É ingénuo pensar que aquela foi a primeira criança a morrer. Agora os grandes planos das tv's são as mulheres e os bebés. Explorar os sentimentos de culpa duma sociedade preocupada com iPhones. Merda de imprensa, a esmagadora maioria são homens entre os 20 e os 34 anos. Vão ver o que se está a passar em países com comunidades grandes muçulmanas, com eles a dizer que não aceitam a lei do Reino Unido por exemplo porque foi feito por infiéis, e com pedidos de retirada de cruzes em todo o lado. Parece brincadeira. não é. 

Quem armou aqueles terroristas? A quem serve esta guerra? Estamos apenas a ver a consequência e não o problema. Tem que se resolver este problema urgente e ajudar quem foge da guerra, mas também reflectir muito sobre os porquês. 

Por fim, não concordo, nadinha, com a abertura descontrolada de fronteiras, é preciso averiguar bem quem são os refugiados sírios, ao invés de imigrantes normais. E que haja plano de voltarem ao seu país, porque ficando terão de trabalhar. Devem ser ajudados, óbvio, nem há discussão. Mais importante que isto, é uma aceitação da cultura onde se pretendem refugiar. Não se vão agora aproveitar dos nossos próprios fantasmas de ditadores idos e da existência de direitos humanos para perpetuar a sua cultura que não dá direitos a metade da população. Aqui respeitam-se as mulheres e a liberdade religiosa (e por isso são acolhidos e podem professar a sua fé) há cruzes, cabelos compridos e mini-saias. Não querem? Deviam ir para refúgio em países de similaridade cultural. Que eu tenho muita pena que existam ainda e que os direitos humanos não sejam para todos e que a liberdade religiosa não seja a regra.  

 

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