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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

07
Abr16

Adenda à franja

nervosomiudinho.blogs.sapo.pt

Eu não digo que todo o coração partido da origem a franja, mas quase toda a franja significa um coração partido.

 

A ver, como diz a Saracasticamente, nem sempre é franja, pode ser a madeixa marota, noutros tempos foi a permanente (pausa para carpirmos as más permanentes dos anos oitenta), pode ser um escadeado cheio de movimento, um bob super actual, um corte, uma coloração. Nada está mais directamente ligado com o coração do que o cabelo. Um bom corte eleva-nos a auto-estima e devolve-nos o orgulho, outrora ferido. É a minha convicção.

 

 

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07
Abr16

Que classe

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Ameaçar com violência quem exprime uma opinião. Que classe, que senhor. #sqn Numa ameaça orgulhosa, qual símio a bater no peito, marcando território. Falo, é claro, de João Soares, fruto da cadeia de favores conseguido pelo passado longínquo e glorioso do senhor seu pai, que se tornou prepotente, arrogante e com ares de estar acima da lei. Não fosse o paizinho, é dono do carisma de uma batata doce, João Soares nunca estaria na vida pública. Esta família podia emigrar, tivéssemos nós uma monarquia, e uma família real nos ficaria muito mais barata do que estes parasitas da república. Haverá coragem polícia para demitir este político do seu tachinho?

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07
Abr16

Viver junto #1

nervosomiudinho.blogs.sapo.pt

Juntar trapinhos, amantizar, viver em pecado, ou sagrado matrimónio para quem é o caso. 

 

Não é tudo rosas, não é uma lua de mel, não é mágico e fácil. Há um período de adaptação, há conciliação de hábitos e maneiras de estar. Aqui terão toda a verdade sem dourar a pílula.

 

Já vos disse que sou muito feliz, que não imaginava melhor pessoa para dividir os meus dias, nem melhor relacionamento, ao fim de semana acordamos devagar e com longas conversas, rimo-nos um com o outro, cozinhamos juntos, os dias são fáceis e bons, mesmo os dias difíceis têm sido melhores na partilha, mas nem sempre foi fácil e a adaptação custou um bocadinho. Pelo menos foi assim comigo e com ele. Eu vivia sozinha, ele vivia com os pais, é natural que tivéssemos hábitos completamente diferentes. E claro que só ele estava errado, muahahah. Bem, mais a sério, ele não tinha noção de como gerir uma casa porque nunca fez nada em casa dos pais, não sabia cozinhar e não sabia nada da lide doméstica. Eu sou uma firme crente que o trabalho doméstico é para dividir pelos dois, trabalhamos os dois a tempo inteiro, portanto não há como não dividir o trabalho doméstico. Se fosse para cozinhar TODOS os dias eu estava fora, não obrigado.

 

Adiante para as coisas mais engraçadas, comecei a notar que a pasta dos dentes e o champô não duravam nadinha. Estava sempre a comprar champô e pasta dos dentes. Mas que raios. Até que fui ver com os meus próprios olhos a raiz do problema. O homem vivia num anúncio televisivo para champô e pasta de dentes! Procurei câmaras e tudo no nosso w.c.!

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As meias. Outro problema grave nas nossas vidas foram as meias. A mãe fazia descoberta e captura de meias pela casa toda. A bem da nossa vida sexual não quero ser maezinha dele. Deixava meias em todo o lado. Ao lado da cama. No w.c. Na sala. Falámos sobre isso, disse que não gostava da desarrumação e que não lhe ia catar meias pela casa. Não deve ter registado. A dada altura estamos a ver tv e ele faz das meias fisgas, tira-as dos pés lançando-as pela sala. 

Hmmm, o que estás a fazer?

Estou com calor nos pés. 

Está bem. Mas no final da noite não quero roupa interior no chão da sala, por favor. 

Costumava chegar a casa e dar um jeitinho à casa. Quando aspirava, levantava as meias, aspirava, voltava a pousá-las. 

Olha não tenho meias.

E que tenho eu a ver com isso? 

Não puseste roupa a lavar? 

Eu fiz uma máquina, se estava no cesto, foi para lavar. Se não estava, não foi. 

Mas aspiraste. 

Pois aspirei, e as meias que estavam no chão de todas as divisões, lá ficaram. 

Aqui percebeu que falava a sério, recuso-me. Está muito melhor, mas ainda tira as meias quando se deita e as coloca no chão, sabe é que de lá não saiem a não ser pelas mãos de quem as lá deixou. 

 

 

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