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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

17
Mar18

Não é para me gabar, mas..

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já por duas vezes que o meu pequeno suricata acaba de mamar e bate palmas. 

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16
Mar18

1986 a série

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Estava com alguma expectativa, até porque sou fã dos Goldberg e isto é a versão portuguesa. Gosto do Markl e acho que até pode ter tido boas ideias mas o primeiro episódio não me prendeu de todo. Até achei os actores mais velhos muito fracos, o pai do Tiago é terrível e o over-acting é sofrível. O pai da rapariga da qual não fixei o nome, pior. O argumento, esquisito, então a mãe morre de cancro e o pai senta o miúdo senta-o para anunciar que está doente?! O Tiago, protagonista, também está forçado e as situações idem. O que me parece mais natural é mesmo o rapaz de cabelo comprido. De resto acho que o enfoque da série está um bocadinho ao lado. 

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16
Mar18

o meu filho dorme comigo

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O drama.

O horror.

A tragédia. 

Pois aqui me assumo. Por minha culpa, minha tão grande culpa. 

 

Começámos, desde o dia 1, em casa com co-sleeping. No next to me, da chicco. Desde o dia 1 ele fez fita ao berço, nunca lá ficou grandes períodos. Tentámos de tudo um pouco, aquecer o berço, ele enrolado em manta, swaddling, até fiz um ninho para reduzir o berço e se sentir aconchegado. Nas noites foi funcionando melhor, para as sestas nem sempre. De resto só não tentei coisas que não estão aconselhadas pela sociedade portuguesa de pediatria, como fraldas na cara e afins. Ainda nem sequer tenho o protector de berço, das barras de madeira exactamente porque são desaconselhados. Sou demasiado stressada para isso e ele era recém-nascido. 

Assim andámos durante seis meses. Comigo a pegar nele por despertares ou fome às sete vezes por noite. Quando começava a abanar braços e percebia que estava no berço, despertava. No máximo em seis meses, conseguimos uma semana em que o primeiro sono no berço durava três horas. 

Na verdade ainda hoje ele faz o que quer. Pouso para a sesta e tem semanas que fica todos os dias, no berço grande e no quarto dele e até dorme duas horas, como mal o pouso, acorda e chora como se o fosse abandonar. Portanto, eu faço tudo igual, não é consistência o problema. 

Começámos a conseguir que adormecesse deitado, fora do colo, mas na nossa cama. depois dormia um bocado, despertava, era embalado e colocado no berço. 

Entretanto fui trabalhar. 

Manteve-se esse esquema, com ele a despertar e a ter de ser embalado, ou mamar, as sete vezes por noite. Pelo menos uma vez por noite, quando era pousado, despertava logo, o que obrigava a voltar a ser embalado, no colo e esperar mais um bocadinho para ser pousado. Depois de despertar, quanto mais esperasse para pegar nele, mais demorava a ser acalmado e regressar a sono profundo. 

 

Ora, isto tornou-se incomportável. 

 

Ninguém tinha mais interesse do que eu, que ele dormisse bem e no seu berço. Recuso-me terminantemente a usar treinos do sono, os deixa chorar, aliás, a ciência está do meu lado, está mais do que provado que não respeitam o bebé e só atendem às necessidades dos pais. 

Na passagem de ano, deitamos mais tarde. Nessa noite dei-lhe de mamar deitada e deixei-o ao meu lado. Nessa vez ficou quatro horas a dormir seguidas, no nosso meio. 

Nunca pensei, nem planeei isto. Aconteceu, aliás, se perguntassem, era contra. Não é a situação ideal, de todo, e não é o mais seguro, mas não há situação nenhuma com ausência de riscos. No entanto, fazemos o co-sleeping seguindo as regras, não somos obesos, não bebemos, não fumamos, não tomamos medicamentos, não há almofadas soltas, temos uma cama king

Ainda tem noites, a maioria, de mamar quatro vezes, mas é tão, mas tão mais fácil assim. É ele que procura a mama e dá sinal mesmo de fome, mama o que quer, e larga a mama, vira-se e readormece sozinho. Já tem despertares, que não necessitam de intervenção nossa, choraminga, fala, vira-se e readormece. Aliás, agora faz uma coisa super engraçada: mama; vira-se para o pai e mexe-se até o sentir com a mãozinha e ali fica, tem mimo dos dois pais. 

 

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15
Mar18

Gosto muito daquela série sobre o príncipe consorte

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Vocês sabem qual é. Sobre o príncipe consorte do Reino Unido, o príncipe da Grécia, Phillipe, agora duque de Edimburgo. A série baseada na vida dele. Aliás só vejo a série, eu e milhares, porque ele foi o Dr. Who. Vocês sabem. De certeza. Aliás ele é pago a peso de ouro porque é o protagonista principal da série.

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15
Mar18

Sou uma digital influencer

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Na verdade eu já suspeitava. Certos indícios, algumas pistas mais fortes. Mas, sim. Sou uma digital influencer. Se precisam de confirmação, que eu sei que há alguns de vós a torcer o narizinho, para minha grande tristeza, que nunca vos menti. Perguntem-lhe a ela

 

Vamos a coisas práticas: marcas, vinde a mim. Mas olhem que opino com sinceridade, é assim que este sítio à beira sapo plantado é. Marquinhas que utilizo e me poupavam horrores: adidas, chicco, water wipes, cybex, bimba y lola, zippy, apple (para o rapaz), eureka, Zara, por aí, e mais uma dúzia que nem me lembro agora.  

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14
Mar18

tenho um problema ético

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o meu filho diz mamã (na realidade mamamã) quando está a chorar, e quer o meu colo. Agora, gravo o momento? Conta como dizer mamã? 

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14
Mar18

Oito meses

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Oito meses do bebé mais tudo do mundo, excepção feita claro está aos sonos, que sou mãe babada mas não deixo de ser realista. Se tivesse uma queixa a fazer seria mesmo só isso, os sonos, porque de resto este bebé é o mais fofo de sempre. Cá vem o post longo que demora quinze dias a escrever. 

Aprendeu o não e é muito raro morder-me quando está a mamar, aliás passa algum tempo a falar para os bonecos e a dizer nánáná.

Dá tanto mimo, não tanto como recebe mas é um mimoso. Não tem sono mas encosta a cabeça uns segundos, dá abracos, e às vezes cafunés. Adormece muitas vezes a fazer festinha, na cara, no peito, e mesmo acordado dá mimo. E olhem que sei a diferença porque o último trimestre foi farto em ele arranhar-me à bruta, sacar-me pedaços de carne mesmo. Dá imenos beijos, mea culpa, porque já o faz desde os quatro meses mas eu não registei porque fui burrinha e me fui na conversa dos mais velhos. Ele faz isso desde essa idade e fazia principalmente no queixo, ao que me disseram que não eram beijos, mas sim dentes, acabei por acreditar porque o queixo é duro. Mas só me fazia a mim, aos cinco meses uma ou duas vezes ao pai. Aos seis meses veio o dente, e não me trincava, e trincava mãos, dedos, nariz, em fartote. Aí percebi que eram os beijos dele, porque não me trincava. Agora já faz um bocadinho melhor, baba-me todo, agarra-me as orelhas (ou cabelo) e puxa-me para dar beijo, há quinze dias deu-me cinco beijos, puxa dá beijo, vai atrás e repete, e encostou a cabeça e adormeceu. Indescritível. Também começou a dar beijos ao pai e esta semana deu um à avó que cuida dele. Também reconhece além do mamã, a bibó, onde passa os dias, a minha sogra conta que diz bibó e ele olha para ela.

 

Começámos os oito meses em bom: primeira palavra e levantar-se. Passa muito bem da posição sentado para a posição de gatinhar, mas depois estica-se todo e não houve evolução neste campo. Continua a movimentar-se através de rebolar e de vez em quando um gatinhar em minhoca, mas é raro. Costumava colocá-lo ao meu lado na chaise longue e ficava a brincar, e no fim dos sete/ início dos oito começou quase logo a virar-se para trás e atirar-se para mim e pedir colo. Também ao meu colo ficava uns segundos virado para a frente, quase imediatamente se vira para trás para colo. Depois quando o sentava para o banho fazia o mesmo, pedir ajuda para se levantar, mal se esticava começava aos saltos. De há umas semanas para cá o passatempo preferido dele é abrir os braços e pedir colo e depois atirar-se para as coisas, agora adora as nossas fotografias que estão em molduras, está no colo e parece um polvo e tenta sair do colo, um perigo. Ultimamente quando o sento ao meu lado, trepa por mim acima, sobe mesmo o degrau da minha coxa e ali fica de pé a olhar para a sala. Nos avós, no parque, tenta ou mais raramente levanta-se mesmo. Fica muitas vezes de rabo levantado, ou de joelhos e estou ali em stress a ver quando aterra de cabeça na mesa de actividades. Tem um parque desde o natal e só agora lá fica um bom bocado sozinho a brincar.

Se está no colo a uma mesa não deixa as nossas mãos ficaram ali a atrapalhar, e tira sempre, o mesmo com as nossas mãos a segurar à volta do corpo dele, vai lá e tira, muito senhor dele próprio. 

Pequena criatura já é bidente, fez fita à sopa dois dias e quase nos levou à loucura, ainda não falei aqui da diversificação alimentar mas ele come quase sempre a sopa em três minutos. Andou eléctrico e a dormir mal e lá apareceu novo dente. Já só faltam 18... 

 

 

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12
Mar18

Fraldas reutilizáveis

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Ainda não vos tinha falado do investimento que fiz ainda no fim do ano passado. Era algo que sempre tinha tido intenção de fazer: as fraldas reutilizáveis. Não consegui utilizar logo à partida, é certo mas eram 11/12 fraldas por dia e tinha de me habituar ao meu novo papel. Sou uma utilizadora muito amadora deste tipo de fraldas, não uso sempre. Uso mais ao fim do dia, uma, e ao fim de semana. Gostava de utilizar mais e com o tempo vou sentindo mais à vontade e uso cada vez mais, claro que não vou deixar de usar descartáveis, mas pelo menos reduzo a sua utilização.  

Porquê? Por três conjuntos de razões:

  • económicas
  • saúde
  • questões ambientais.

Diria que com igual peso das três razões. São uma poupança, que se rentabiliza no caso de se querer mais filhos. São orgânicas, e portanto melhores para a pele do bebé, e esta razão é capaz de pesar mais qualquer coisa do que as outras. Num ano usa-se em média mais de três mil fraldas descartáveis, as quais demoram centenas de ano a decompor-se. 

Gosto muito de usar, lavam-se muito bem, não ficaram com manchas, secam muito rapidamente e não se acumulam cheiros. 

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10
Mar18

Depois dizem que eu embirro com a igreja

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o país em seca. Há duas semanas a chover. O que fizeram ontem e hoje? Estão a lavar com pressão de água a via pública em frente à igreja. 

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09
Mar18

prova de fogo da maternidade

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Passei quinze dias sozinha com o meu filho. Ele teve que fazer uma viagem a trabalho e não foi dois ou três dias, foi mesmo assim uma longa estadia. Custou a todos em termos de saudades.

Quanto a mim? Consegui. 

Como consegui? Foco e organização. E alguma ajuda, claro, a minha mãe mandou-me jantar na maioria das noites, e noutras tinha as minhas refeições congeladas preparadas por mim. O pequeno fez tudo como era habitual, banhos, vitaminas, sestas, tudo sozinha. Até consegui preparar uma celebração para o pequeno, como de costume. Todas as refeições do bebé foram preparadas com antecedência, era só descongelar. Até da casa consegui tratar, máquinas de roupa, de louça, aspirar e tudo. Estou, sem falsas modéstias, muito orgulhosa de mim.  

 

Ao contemplar os dias foram muitas as preocupações, os cenários que fui construindo de forma a poder reagir, se fosse o caso. Demos sempre o banho os dois, e era sempre ele a vesti-lo para eu descansar ou na maior parte das vezes tratar de outra coisa qualquer. Também a tarefa de o adormecer à noite é dele desde que a pequena criatura nasceu, para que me pudesse esticar a descansar. Excepção feita a duas semanas em que numa altura ele via-me e chorava até vir para a minha beira e adormecia comigo, e noutra altura que já mal adormecia, acordava a chorar e só parava comigo, mas isso foram duas semanas, em oito meses. 

Se foi cansativo? Muito. Tiro aqui o meu chapéu às mulheres que fazem tudo sozinhas, por opção ou não, ou que o fazem quer estejam sozinhas ou acompanhadas. 

 Pessoalmente nunca ponderei ter filhos sozinha, mesmo acompanhada como vos disse não era algo indiscutível, dependeria da minha vida e do meu namorado/ marido e do nosso relacionamento. Há muitas situações que nao dependem de mim e se tivesse que o fazer sozinha, claro que o faria. O que não tem remédio, remediado está, tinha um exemplo perfeito a seguir de força e resiliência assim. 

A primeira metade correu sobre rodas, mas de uma forma brutal, uma noite má, e uma mais ou menos, de resto, comeu bem, adormeceu rápido, até sestas de duas horas na caminha dele, no quarto dele fez, várias. Se tivesse sido apenas metade do tempo o meu relato teria outro tom, seria um floreado fácil, sereno e com uma visão simplificada de estar sozinha com ele. 

De uma forma geral até foi mais fácil por em prática as rotinas, acabou por adormecer mais rápido e mais cedo. O que me deu um pressentimento de que o resto não seria assim. Não foi. O universo parece que não pode ver uma mãe a sentir-se bem, ajustada, capaz e serena que manda um abanãozinho. Veio um dia com o nariz mais entupidito, mas lavei com soro e aspirou o que me deixou, até dormiu muito bem nessa noite, até só mamou três vezes o que é um feito por si só. No dia seguinte estava a dormir no caminho e veio com roupa a mais, a sogra teve medo do frio, acabou por estar sub-febril, e eu sempre a ver como estava, não chegou a ter febre felizmente, continuando com as secreções que quase não me deixa tirar. No dia a seguir e depois de andar três dias a engolir secreções, vomitou-as, não quis sopa e só queria mamar o que me deixou preocupada. Acabei por o levar para ser observado, e não foi nada, felizmente. No stress de o vigiar e achar que podia estar doente, e porque chegamos já de madrugada a casa, no dia a seguir acordei eu doente. Aliás nem dormi propriamente, nem no dia anterior porque estava sempre a ver se teria febre. Voltou nesse dia, já bem disposto e mais ele próprio, mas nesse dia só quis mamar e dormir, porque só tinha feito sesta de manhã, portanto desde a sesta da tarde até ao dia seguinte. O oposto da semana anterior, não queria mesmo acordar, e nem que o pousassse, tentei várias vezes e gritava/chorava como se o fose abandonar; portanto eu não jantei, nem pude sequer tomar um anti-inflamatório. Eu já tinha estado mais ou menos doente há uns meses, e já tinha sido difícil, porque ele não percebe e nem tem de perceber isso, ele está primeiro, mas é super, super cansativo e muito mais difícil. Sozinha então, posso dizer-vos que ainda estou a recuperar do cansaço e da doença. Estar os dois é incomparável, então nestas situações de suspeição de doença, outra opinião é fundamental e somos uma equipa, verdade que uma vez que ainda mama e muito é sempre mais cansativo para mim, mas acho mesmo que são precisas duas pessoas para cuidar dele. 

 

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