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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

05
Out18

nisto do ronaldo

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é possível não se ter opinião?

É que eu não tenho. E gosto do moço, já o disse por aqui. a ser verdade é uma desilusão enorme, mas não é por isso que acho que a rapariga é de prostituta para cima. E só porque foi para o quarto com ele tinha de aceitar tudo o que ele quisesse, ou se pôs a jeito ou tudo aquilo que a patriarquia nos ensinou a cuspir para cima das mulheres, em que são culpadas de tudo. Porque se vestiram, ou insinuaram, ou fizeram queixa logo, ou fizeram queixa mais tarde. O que eu sei é que se algum homem fez merda, procura-se sempre a mulher para se partilhar a culpa. O que eu sei é que 1% são histórias fabricadas e também 1% dos violadores sofre consequências. Tanto ela como ele podem ser o 1%. E não vou mentir, que preferia que fosse ela, talvez, porque se for amplifica o mito que as mulherem mentem muito sobre isto. 

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18
Set18

Influencers ou influenciadas?

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Trago um assunto premente, um tópico da maior importância mundial. Já ando a pensar nisto há uns dias. 

 

As influencers influenciam ou são mais influenciadas do que querem influenciar?

 

Cada nova tendência é um imperativo, uma necessidade básica não importa qual seja. Chinelos de piscina, chinelos de piscina com plumas, óculos à barbie, colares de conchas, sapatilhas de basket ou pior, nem sei que nome dão a esta tendência de sapatilhas, não interessa muito se gostam ou não. Aliás até se convencem que adoram, e que vai usar imenso tempo. Se é altura de investir, quanto tempo de uso vão dar à peça. A influencer mor tirou uma chapa para o Instagram, e portanto está criada a necessidade na cadeia de influencers.

 

Claro que depois surgem as vendas privadas dos seus closets porque é preciso livrarem-se dos monos para dar espaço à nova tendência de consumo. Pior, compraram, tiram foto, tentam convencer os seguidores que aquilo é que é, vai-se usar imenso por imensos anos e depois da chapa, vão à loja devolver. Mais  sorte têm as grandes que essas peças são-lhes oferecidas e depois lucram com a sua venda, nada contra, aliás tudo a favor, se não houver quem compre deixa de haver quem venda, o mercado é livre. Acho que o público está a começar a acordar e ser mais crítico, e o mercado de influencers ou se adapta ou morre. 

Eu, pessoalmente tenho uma relação muito saudável com blogs e Instagrams, vejo como montras e até gosto de conhecer coisas novas e é raro deixar-me por estas modas esquisitas, coisa pouca, com peso e medida, não me interessa que todo o meu feed esteja repleto de chinelos de piscina, não me sinto nada tentada a comprar só porque se usa. 

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27
Dez16

O triunfo dos estúpidos

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As pessoas têm direito a voz, opinião. Lembro-me disto muitas vezes. Até ler comentários na Internet. Até ler que a terra é plana, e que a evolução não foi provada e que apenas é uma teoria e que a bíblia explica tudo. O direito à opinião não se pode explicar assim. Eu não tenho direito a achar que é válido vomitar ignorância e ignorar a ciência e o conhecimento e dizer mas eu acho que os aviões voam por magia e a minha opinião é tão válida como as experiências e saber aeronáutico e pronto vamos concordar em discordar. Tenho muita dificuldade em lidar com isto. Assusta-me esta ignorância arrogante. Há pouco tempo, à conta da actualidade vi o filme Idiocracy, um dia vai passar da seção de paródia nonsense para documentário ou previsão premonitória. A religião, todas elas, entre todas as guerras e perseguições que fizeram, motivaram e ainda motivam fazem mais mal do que bem. É uma medição difícil, mas acredito mesmo nisto. Os textos foram escritos por pessoas, para controlar pessoas por poder e dinheiro. Achar que o que lá está escrito é peremptório e factual é tão mas tão errado e tão mas tão comum... 

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24
Ago16

Lá a ver

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Se organizo pensamentos. Percebo o medo do extremismo religioso, da perda de identidade cultural, e a rejeição de certos comportamentos e ideais. Principalmente os que atentam sobre a liberdade. Não aceito nem acho que se deva aceitar Sharia ou pedidos de adaptação de religiões e costumes no país de entrada. Ao emigrar ou pedir refúgio têm de ver se se adaptarão aos costumes, uma vez que a liberdade religiosa e liberdade em geral temos (ou tínhamos). Mas a xenofobia, estas humilhações públicas o que fazem? Permitem mais facilmente a radicalização. Que é exactamente o propósito dos ataques terroristas. Não é matar muitos. é criar o medo, instigar a xenofobia e recrutar massivamente para uma causa. E com aplausos e "vai para a tua terra" a uma mulher obrigada a despir-se numa praia é o que acontece. 

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15
Abr16

É o bloco de esquerda ou são as pessoas?

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A medida apresentada não me parece fundamental ou prioritária. Não me causa prurido, mas se há uma melhor palavra, porque não? Se puder ser posta em prática sem custos, à medida que se vai renovando o dito cartão, porque não? Porque não seguirmos no caminho correcto da neutralidade de género em assuntos oficiais? Nos que se pode, que já sabemos que a língua peca sempre pelo masculino e nem sempre é possível. Porque não?

 

Há assunto mais prioritários? Há sempre. 

Sempre. 

Nao fariam mais nada senão discutir, saúde e emprego e pouco mais, se só falassem de coisas urgentes em Portugal. Não quer dizer que não se possa falar de outras coisas. 

 

Adopção e casamento homossexual. Foi dito exactamente a mesma coisa, há coisas mais importantes. 

 

Direitos dos animais? Há coisas mais importantes. Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal. 

conservação das espécies animais protegidas? Há coisas mais importantes. Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal. 

Cultura? Há coisas mais importantes. Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal. 

Arte? Há coisas mais importantes. Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal. 

Investigação? Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal.

Inovação tecnológica? Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal.

Ensino superior? Há desemprego e fome. Que façam o 12 ano e vão trabalhar. 

Recibos verdes? Há coisas mais importantes. É melhor que nada que há muito desemprego. 

Emigração? disse o Passos Coelho, que vão, que há coisas mais prioritárias. 

Ajudar os refugiados? Há coisas mais importantes. Há pessoas a passar fome. É preciso ver o estado da saúde em Portugal. 

Salários?  Com o desemprego que há, ter um emprego e um salário mínimo nacional já não é mau. Se aumentarmos o salário mínimo as empresas vão à falência. ( sou contra todas mas esta e dos recibos especialmente, isto só reflecte o que leio e os argumentos quando se falam nestas coisas, que há outras prioridades) 

 

Tanta coisa pior que se passa, injecção de dinheiro nos taxistas, subsídios vitalícios aos políticos, salvar bancos. Podemos sempre encontrar pior onde actuar e mais importante onde actuar. 

A opinião pública e as críticas estão a ser muito piores e a ridicularizar muito mais a questão do que uma proposta mais ou menos importante do bloco. Portanto é o bloco, ou são as pessoas a extrapolar do que se diz e exagerar? 

A discriminação linguística existe, se é a mais importante? Não, definitivamente não. Mas nada diz que não se pode tentar actuar em todas. Só para finalizar, não sou do bloco, mas também estou contra este exageros de opiniões contra, até sexismo de mulheres contra mulheres tenho lido. 

 

 

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10
Abr16

Sobre o feminismo

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Há dias comentei num blog acerca de feminismo. E chamaram-me feminista com conotação negativa. Não percebo a associação. Para mim é um elogio, acredito na igualdade de oportunidades e de tratamento. Feminismo é a luta por direitos humanos e pela igualdade de género. 

Em boa verdade até percebo, há aí muita mulher confusa acerca do conceito, o que levou à sociedade a ver com maus olhos o feminismo. Ainda no dia da mulher comentei noutro blog que dizia que ser mulher era mais especial, e que sentimos um filho dentro de nós e temos um vínculo mais especial. Tremi, fiquei com trejeitos oculares durante largos minutos com a coisa mais sexista que ouvi. Estar condenada e restrita a uma função biológica é muito sexista e parvo, ignorante até. Há mulheres que escolhem e há mulheres que não podem ser mães, não são menos pessoas nem menos mulheres por isso. As mulheres que adoptam são mais especiais do que as que tiveram a capacidade biológica só para depois maltrataram os filhos. Durante séculos se lutou para a mulher poder ser mais do que mãe. Não que ser mãe não seja meritório e seja o objectivo de vida de algumas mulheres que estão no seu direito de se sentir completamente realizadas só por um papel. Como estão ao que preferem apenas outros e não o de mãe. 

 

A opinião de Maisie Williams, actriz que dá vida a Arya em Game of Thrones, espelha o que penso. 

 

"Lembro de pensar: 'É tipo como toda a gente?' E aí eu reparei que nem toda a gente é feminista, infelizmente"

"Mas também acho que deveríamos parar de chamar feministas de 'feministas' e começar a chamar as pessoas que não são feministas de 'sexistas' — e o resto das pessoas são só humanas. Ou você é uma pessoa normal ou um sexista."

 

 

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02
Abr16

Confiem em mim

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Não se deve forçar. Nos relacionamentos, no amor, na amizade, na vida, à semelhança do WC, quando se força, ou fica uma confusão ou dói.

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21
Mar16

Conclusões bestiais

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Confesso que às vezes vejo reality shows, não sigo. Não vejo diariamente mas de vez em quando lá vou parar. Como espreitar para um acidente na auto-estrada. Interesse macabro e onde não se aprende nada. Mas às vezes aprende-se muito.

 

Não vi isto da quinta, aliás tenho a sensação que está no ar há um ano. A partir do incidente da xaroca, suscitou-me o interesse. Apenas segui na internet, não vi nada na televisão. Quando vale a pena as redes sociais lá têm os vídeos. Às vezes divirto-me muito. Basta ver aquilo e sinto-me logo mais inteligente e mais satisfeita com a minha vida pessoal. Ler os comentários nas redes sociais é outro divertimento, cometem-se crimes atrozes contra a língua portuguesa, nem o auto-correct lhes vale. Bom, dizia eu que me divirto. Eu, que tenho mais de 30 anos, a auto-estima no sítio. Há miúdos a ver aquilo, ao serem televisionados está a legitimar-se aquele estilo de vida. Não há um disclaimer, alguém que os avise que aquela não é forma de se estar na vida. O que os miúdos veêm é pessoas pseudo-famosas, com coisas grátis e a aparecer na tv. Então toca a emular aquelas acções a ver se também consigo aquilo. 

Porém, os últimos acontecimentos não me divertiram. Assustaram-me. Violência doméstica em horário nobre. Agressões verbais, psicológicas, físicas. Zero consequências. Pior, a ser dito em televisão nacional em horário nobre que violência doméstica é o que algumas mulheres sofrem. Não são só mulheres. 

Pior ainda. 

Pelos comentários que leio há uma quantidade assustadora de gente que não acha aquilo violência doméstica. Que uns estalos, uns insultos, e uns pontapés são normais. Que há justificação por isto ou aquilo. Que violência doméstica é pior, ou mais, ou só quando é mulher.

ASSUSTADOR.

Quais serão os números reais da violência doméstica no nosso país? 

Ele traiu, portanto é normal que ela lhe bata. O quê??? 

E que acha que o filho está bem tratado. Não trabalham, não têm aspirações de trabalhar, vive da boa vontade de 'fãs', namoradas e da reforma do avô. 

Inqualificável. 

Para adoptar é preciso testes, imensas formalidades, quem tem capacidade biológica, faz o que quer. Como engravidar sem o consentimento do pai e insultar o pai do filho e contar intimidações para dez milhões ouvirem. 

Por isso eu sou desta opinião

 

Retirado do site da APAV

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
A violência doméstica abarca comportamentos utilizados num relacionamento, por uma das partes, sobretudo para controlar a outra.

As pessoas envolvidas podem ser casada ou não, ser do mesmo sexo ou não, viver juntas, separadas ou namorar.

Todos podemos ser vítimas de violência doméstica.

As vítimas podem ser ricas ou pobres, de qualquer idade, sexo, religião, cultura, grupo étnico, orientação sexual, formação ou estado civil.

O QUE É?
Para a APAV o Crime de Violência Doméstica deve abranger todos os actos que sejam crime e que sejam praticados neste âmbito.

Qualquer acção ou omissão de natureza criminal, entre pessoas que residam no mesmo espaço doméstico ou, não residindo, sejam ex-cônjuges, ex-companheiro/a, ex-namorado/a, progenitor de descendente comum, ascendente ou descendente, e que inflija sofrimentos:

Físicos
Sexuais
Psicológicos
Económicos
Partindo deste conceito podemos ainda distinguir a Violência Doméstica entre:

violência doméstica em sentido estrito (os actos criminais enquadráveis no art. 152º: maus tratos físicos; maus tratos psíquicos; ameaça; coacção; injúrias; difamação e crimes sexuais)
violência doméstica em sentido lato que inclui outros crimes em contacto doméstico [violação de domicílio ou perturbação da vida privada; devassa da vida privada (imagens; conversas telefónicas; emails; revelar segredos e factos privados; etc. violação de correspondência ou de telecomunicações; violência sexual; subtracção de menor; violação da obrigação de alimentos; homicídio: tentado/consumado; dano; furto e roubo)]

 

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04
Nov15

A publicidade e os blogs

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Caros leitores, não se pode fugir dela. É mais ou menos como fugir da menstruação, ou do kilo a mais depois do Natal e das festas. Por mais que se tente, apanha-nos. Enquanto houver marcas e capitalismo, há publicidade. Desde product placement em filmes, que foi o últimos grito há uns anos, ao YouTube que agora é mais publicidade que outra coisa. Ou o instagram que agora enriquece até adolescentes menores. Pausa para ver o caso mediático da Essena O'neill, que veio desmistificar o que qualquer alma saberia.

Nada contra, para mim pelo menos. Sei bem o que é publicidade, e não me deixo toldar muito. Tenho os meus desejos consumistas, as minhas idiossincrasias, nada em demasia, não como salsichas para ostentar uns Louboutin, até porque o salto mais comum é muito alto e 30 minutos depois de os ter nos pés ia parecer um potro acabado de nascer. Ando até a passar uma fase, há muito tempo, de querer ter menos, reduzir um bocadinho a pegada, e só comprar roupa em promoção. 

 

Ora, portantos, fechando o círculo. 

A publicidade e os blogs. Nada contra, cada um faz dinheiro como quer e como pode, sendo legal, somos todos amigos. Nada contra mesmo, não tenho inveja, não cobiço, nada disso. De vez em quando gosto de lá ir a esses blogs, como quem vai ao shopping ver montras. 

As marcas, na minha modesta e singela opinião, fazem poucos estudos de público-alvo. Pagam muito para receber pouco em troca. O blog lido pelas massas a publicitar artigos de luxo é só parvo. 

Pagar na mesma semana a 5 blogs também é parvo. 

Esta semana li o mesmo post, no caso sobre as tintas em todos os top blogs. Antes disso sobre os smarts, e estaria aqui a tarde toda a citar exemplos.

 

Pessoal, quem lê blogs, não lê só um, ok? 

Haverá uma fatia cada vez maior de leitoras que se cansa e tem o sentimento oposto do que a marca pretende. Haverá ainda, imagine-se, leitoras que não endeusam bloggers, que têm espírito crítico.

Ver, a maior blogger portuguesa a publicitar um robot de cozinha da marca x, disfarçado de experiência pessoal, depois da dita ter mostrado nesse mesmo blog que tem bimby, na minha opinião é insultar um bocadinho a inteligência dos leitores. Ver outra blogger em ascensão a publicitar um site de imobiliária disfarçando com uma amiga imaginária que procura casa, não cai bem. 

Continuai, mas inovai por favor, e tenham estas coisas em atenção. 

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17
Jun15

Testes de paternidade

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Não são desses. Nem desses.

 

Na verdade, eu quero referir-me a testes de parentalidade. Uma ideia que defendo há muitos anos.

Somos testados incansavelmente durante toda a nossa vida, testes e mais testes, exames nacionais. Existem imensos testes de acesso a tanta coisa, como testes de código da estrada e testes de condução, para ter direito a conduzir uma máquina potente e potencialmente mortífera.

Porque não fazer um teste para se ter direito a ser pai/mãe?

Se pensarem bem nisto, não é nada polémico. Vejam bem o abandono de crianças, os maus tratos, toda uma série de coisas que merecia a intervenção da tal brigada de que falei no outro post que distribuiria chapadas a torto e a direito. Vejam a segurança social que tem falhado como as notas de cem; dá-se a tragédia e depois a famíla até estava assinalada.

O socialmente aceite é querer-se filhos, quantas pessoas não terão filhos só porque é o próximo passo?

O povinho adoooora fazer pressão.

Quando arranjas namorado?

Quando casas?

Quando tens filhos? Tá na hora de teres filhos?

E não param por aí. A criança tem meio ano... Quando dás um irmão?

Mais uma bela oportunidade para distribuir chapada. Metam-se na vossa vida, neste tipo de decisões duas opiniões chegam, as dos próprios envolvidos. Ter um filho nem sequer é como ter um cão, e essa conversa também seria longa, por isso as pessoas deveriam fazê-lo só no seu timing e sem pressões porque é coisa para durar a vida inteira.

O que eu acho é os indivíduos retorcidos e psicóticos que vão maltratar as crianças e que faziam um favor a toda a gente se falecessem, mas não sendo possível, se fizessem um teste resolvia-se à partida. Voilá, o senhor é um anormal e portanto está com sorte de estar vivo e não terá acesso a uma pequena pessoa só para si, para maltratar e traumatizar. E você menina, que vai à manicure religiosamente para fazer o gel, bicudo, e com cristais e adora uma boa selfie diária a apertar as maminhas, e quer ter um filho para agarrar o namorado previamente descrito, lamentamos mas não pode ser.

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