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Nervoso Miudinho

blog humorístico (esperemos) sobre tudo e mais frequentemente sobre nada

20
Mar18

Doenças de declaração obrigatória, definidas por lei

nervosomiudinho.blogs.sapo.pt

A00 — Cólera

A01 — Febres tifóide e paratifóide

A02 — Outras salmoneloses

A03 — Shigelose

A05.1 — Botulismo

A15, A16 — Tuberculose respiratória

A17 — Tuberculose do sistema nervoso

A19 — Tuberculose miliar

A20 — Peste

A22 — Carbúnculo

A23 — Brucelose

A27 — Leptospirose

A30 — Doença de Hansen (lepra)

A33 — Tétano neonatal

A34, A35 — Tétano

A36 — Difteria

A37 — Tosse convulsa

A39 — Infecção meningocócica (exclui meningite meningocócica, A39.0)

A39.0 — Meningite meningocócica

A49.2 — Infecção por Haemophilus influenza (exclui meningite por Haemophilus influenza, G00.0)

A48.1 — Doença dos legionários

A50 — Sífilis congénita

A51 — Sífilis precoce

A54 — Infecções gonocócicas

A69.2 — Doença de Lyme

A77.1 — Febre escaro-nodular

A78 — Febre Q

A80 — Poliomielite aguda

A81.0 — Doença de Creutzfeldt Jakob (encefalopatia espongiforme subaguda)

A82 — Raiva

A95 — Febre-amarela

B05 — Sarampo

B06 — Rubéola (exclui rubéola congénita, P35.0)

B15 — Hepatite aguda A

B16 — Hepatite aguda B

B17 — Outras hepatites virais agudas (exclui a hepatite C, B17.1)

B17.1 — Hepatite aguda C

B19 — Hepatite viral não especificada

B26 — Parotidite epidémica

B50-B54 — Malária

B55 — Leishmaníase visceral

B67 — Equinococose

B75 — Triquiníase

G00.0 — Meningite por Haemophilus influenza

P35.0 — Rubéola congénita.

 

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18
Mar18

Será que tenho mesmo de vacinar o meu filho, uma vez que há muitas crianças vacinadas e assim o meu filho também fica protegido?

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Todas as crianças devem ser vacinadas nas idades recomendadas desde que não tenham uma verdadeira contraindicação (o que será determinada pelo médico assistente). Qualquer criança não vacinada permanece suscetível às doenças e suas complicações (que podem ser muito graves e não se consegue prever em quem surgirão – o facto de ser uma criança saudável não significa que não vai ter complicações), por não ter imunidade natural (uma vez que não teve a doença) ou adquirida (pela vacinação). Para a maioria das doenças do PNV, o seu controlo depende da manutenção de uma proporção elevada de pessoas vacinadas. Neste sentido, a recusa individual da vacinação compromete o interesse coletivo, uma vez que uma criança não vacinada por opção dos pais, se adoecer, pode contagiar outras crianças não vacinadas por contraindicação médica comprovada ou por ainda não terem idade para ter iniciado ou completado a vacinação.

 

 

Se o seu filho adoecer e tiver de recorrer a um serviço de saúde, deve avisar imediatamente os profissionais de saúde que a criança não recebeu todas ou algumas das vacinas recomendadas para a sua idade, uma vez que é necessário nestes casos considerar que a criança pode ter uma doença evitável pela vacinação

Se aparecer na escola alguma criança com uma doença evitável pela vacinação, o seu filho terá de cumprir um período de afastamento da escola e doutras atividades de grupo até haver a certeza que não contraiu a doença e não a irá disseminar. Esse período varia conforme a doença (que pode ser de dias ou semanas).

Se o seu filho viajar, deve ter presente que muitas das doenças que estão controladas no nosso país ainda circulam noutros países, como por exemplo o sarampo, pelo que o seu filho não estará protegido. Para além de adoecer, pode trazer de novo a doença para Portugal quando regressar e contagiar outras crianças não vacinadas.

 

in DGS 

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18
Mar18

“Administrar múltiplas vacinas simultaneamente para doenças diferentes pode sobrecarregar o sistema imunitário”

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Um dos objetivos do PNV é a proteção, o mais precocemente possível, contra o maior número possível de doenças, cujas consequências, a nível individual e coletivo, estão inequivocamente demonstradas. Estudos científicos provam que a administração simultânea de várias vacinas não aumenta as reações adversas. Independentemente da vacinação, no dia a dia, a criança está exposta a inúmeros estímulos infeciosos, estando o sistema imunitário preparado para lidar com todos eles. Por outro lado, o desenvolvimento tecnológico levou ao aumento do número de componentes das chamadas vacinas combinadas. A proteção contra várias doenças com uma única injeção, diminuindo o número de injeções que a criança teria de receber se cada uma das vacinas fosse administrada em separado, tem por objetivo a humanização e melhor adesão aos esquemas vacinais, principalmente no primeiro ano de vida.

 

in DGS

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18
Mar18

“É preferível ficar imunizado pela doença do que pelas vacinas”

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Apesar de, geralmente, conferir proteção contra infeções posteriores, a doença natural pode evoluir com complicações graves e morte. E mesmo uma criança saudável pode desenvolver complicações. A vacinação é muito mais segura – através das vacinas o sistema imunitário é capaz de garantir proteção a longo prazo, sem o risco acrescido das complicações que a doença acarreta.

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18
Mar18

“As doenças evitáveis pela vacinação estão praticamente eliminadas, pelo que não há razão para vacinar o meu filho”

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As doenças atualmente evitáveis pela vacinação ainda ocorrem em diversas partes do mundo, incluindo a Europa.

Há dois motivos principais para vacinar:

- A proteção individual: apesar de estas doenças serem atualmente raras em Portugal, qualquer pessoa não protegida pode ser infetada e adoecer. Uma criança não vacinada poderá adquirir a doença se viajar para locais onde a doença ainda não está controlada ou se contactar com uma pessoa infetada/doente proveniente desses locais. No regresso poderá ainda trazer essas doenças para o nosso país, contagiar pessoas não protegidas e originar surtos.

- A proteção da comunidade: em países/regiões/locais com elevadas coberturas vacinais a comunidade beneficia da chamada imunidade de grupo, isto é, quanto maior a proporção de pessoas vacinadas menor a circulação do micro-organismo causador da doença, com proteção indireta das pessoas não vacinadas. A imunidade de grupo confere proteção aos que não podem ser vacinados, por exemplo, por não terem atingido ainda a idade recomendada para a administração de vacinas.

 

in DGS

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18
Mar18

“As doenças começaram a diminuir antes das vacinas, devido às melhores condições de higiene”

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 A melhoria da higiene e a disponibilidade de água potável permitiram controlar muitas doenças infeciosas, não evitando, no entanto, a circulação dos micro-organismos causadores das doenças evitáveis pela vacinação. Só a vacinação em larga escala consegue evitar a ocorrência das doenças alvo da vacinação, levando ao seu controlo ou mesmo eliminação. A erradicação da varíola no mundo (declarada pela Organização Mundial da Saúde em 1980) só foi possível quando globalmente se atingiram elevadas coberturas vacinais. Mesmo com boas condições de higiene, interromper a vacinação levaria ao reaparecimento dessas doenças, com as consequentes mortes e incapacidades evitáveis, como está a acontecer com o sarampo.

 

in DGS

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18
Mar18

Porque e é que há pessoas que têm mais receio das vacinas do que das doenças que elas evitam?

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"Há algumas décadas atrás, milhares de crianças e adultos morriam ou ficavam incapacitados por doenças como a varíola, a difteria, a tosse convulsa, a poliomielite e o sarampo. Hoje em dia a situação é muito diferente, devido aos programas de vacinação, que permitiram erradicar a varíola e controlar as outras doenças. A maioria dos pais de hoje, e também alguns profissionais de saúde, nunca viram uma criança paralisada por poliomielite, a sufocar por causa da difteria, com lesões cerebrais por causa do sarampo, ou a morrer por causa de uma tosse convulsa, não tendo portanto a noção da gravidade dessas doenças e dos benefícios incalculáveis conferidos pela vacinação em larga escala."

 

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30
Mar17

Yo anti vaxxers

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Ou os anti vacina no nosso querido português. Um grande shout-out para vocês, um grande obrigada pela dorzinha no braço. Fui fazer hoje a vacina para a tosse convulsa, devido ao surto em recém-nascidos, em parte causado porque isto das vacinas é uma grande cabala do mundo científico. E a vacina é por gravidez uma vez que se destina a proteger o bebé do nascimento aos dois meses. E lamento, novamente, que hoje estou muito irredutível. Mas se há pouco era uma brincadeira, uma tentativa de humor baseada em sentimentos reais, agora é muito a sério. Se são anti-vacinas e me querem vir falar de autismo, mercúrio, ou natural, ou ainda aquele fan favorite que é Deus, muito sinceramente poupem-se porque ao tocarem nestes argumento não há mais nada que possam dizer que eu não vos ache burros. Desculpem. A sério. Mas é o que é. É ver a mortalidade infantil antes da era da vacinação, é ver os casos de poliomielite, a mortalidade do sarampo e outras que agora são um pequeno incómodo em vez de uma sentença. Não estão lembrados mas as ssoas morriam de febre há pouco mais de 100 anos, febre, nem sequer sabiam a infecção que as afectava, também se morria de diarreia. 

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23
Fev16

hpv baixa mais de 60%

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Nos EUA desde que começou a campanha de vacinação há cerca de 10 anos. Uma redução de dois terços na sua incidência. O vírus do Papiloma humano é a maior causa de cancro do colo do útero. Quero ver os maluquinhos anti vacinação agora. Eu fiz a vacina, mesmo no limite do recomendado na altura, entretanto as indicações foram alterando. Numa altura em que a vacina custava 600 euros.

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